DONA ROMANA E O HOTEL CENTRAL DAS COISAS DE UPANEMA

Entrevista publicada na edição 42 de outubro de 2007, no site http://www.jornaldeupanema.com.br

Dona Maria Romana, como é conhecida, tem uma bela história de vida para contar. Natural de Florânia – RN chegou a Upanema a mais de 40 anos, fugindo da seca. Aqui constituiu família e criou o tão conhecido Hotel Central. Confira em detalhes esta história.

Por José Mário, Anaximandro Eudson e Francisco Xavier

JORNAL DE UPANEMA– Por que a senhora tem esse nome Maria Romana?
MARIA ROMANA –
Pelo simples fato de minha mãe chamar-se Romana, mas eu não tenho nada a ver com esse nome Romana. O nome dela era Romana e o povo chegava e chamava Maria Romana. Aqui em Upanema tem tanta gente que não sabe que meu nome é Maria Batista de Medeiros. Batista, do meu pai e Medeiros, de minha mãe. O nome do meu pai era Joaquim Batista dos Santos e da minha mãe, Romana Maria de Medeiros. Um dia Cirilo estava num banco e perguntou a uma pessoa: cadê Maria Romana e onde é que ela mora que eu tenho que falar com ela? Responderam: aqui não mora essa pessoa, não. Aí ele disse: é Dona Maria do hotel. É porque o nome dela é Maria Batista de Medeiros. O pessoal só me conhece por Maria Romana.
JU – Nosso objetivo é pegar os fatos de Upanema e publicar no jornal. O empreendimento (o Hotel Central) aqui tem mais de quarenta anos, não é?
MR –
Na verdade eu vim pra cá numa seca grande e meu pai veio pra o gado escapar. Lá não tinha recurso, por isso foi preciso meu pai vir.
JU – Onde a senhora morava?
MR –
Antes, na Cacimba do Meio, hoje, terra de Eduardo. De lá meu pai disse: se não for pra o Seridó, queria ir para o Seridó a pé. Eu disse que queria ir pra minha terra e não ficar aqui. Quando foi um dia minha mãe disse: minha filha, vou fazer o seguinte: vá embora que ele tem coragem de sair daqui a pé. Eu disse: mamãe, aqui a senhora cria tanta galinha, tanto porco e a senhora querer voltar pra acolá.!
JU – De qual cidade do Seridó vocês vieram?
MR –
Vim de Florânia. Nós somos todos de lá. Nós morávamos no sítio e criavamos gado, criação de ovelha e tudo no mundo. Devido à seca, viemos pra cá, como já disse, pra escapar o gado de meu pai e meu tio.
JU – E como surgiu a idéia de trabalhar em hotel?
MR –
Fui trabalhar em Maroquinha, e toda vida eu tive habilidade em cozinhar. Maroquinha nunca achava uma pessoa que servisse, aí eu disse: Maroquinha, se você quer, vou trabalhar. Ela disse: mulher, você vem? Eu disse: vou. Assim, passei seis anos lá no hotel, mais com trinta e tantos que eu passei aqui, dá quarenta e dois anos. Todos gostavam de mim. Teve uma vez que houve uma festa e uma colega de trabalho estava servindo mal os clientes. Então reclamei e ela não gostou. Ora, se as pessoas estão pagando, deve ser servido bem.
JU – Como tudo começou?
MR –
Tudo começou quando um dia eu disse a seu Augusto Pinheiro que eu desejava alugar um quarto. Ele alugou um quarto dele pra mim.
JU – No primeiro mês deu certo?
MR –
Deu certo. Foi preciso fazer uma puxada, porque tinha muitos clientes. Fizemos a puxada e colocávamos três mesas. Depois ele fez uma cozinha para ampliar o espaço.
Uma vez o pessoal estava comendo feijão com ovos. Raimundo Cândido viu aquilo e perguntou: é semana santa? Respondi: não. É porque estou deixando essa carne para amanhã para uns fregueses de Caicó. Vejam: a vida no começo foi difícil.
JU – E devagarinho o hotel foi melhorando…
MR –
Sim. Foi com a ajuda de Dr. Amilton, quando me deu uma grande feira, que as coisas melhoraram.
JU – A senhora deve ter vista muita coisa interessante ao longo desses anos. Conte uma.
MR –
Uma vez contaram a Dr. João André que eu estava maluca. Ele veio me ver para contar de certo. Mentira. Eu estava em perfeita saúde.
JU – Fale sobre o hóspede Jaime Americano.
MR –
Ele morou aqui mais de dois anos. Fazia plantio. Se você tinha um terreno, só era. Chamar. Não tinha fé. Ele fez um plantio pra mim de cenoura, alface, tomate, pimentão.
JU – Quando ele chegou veio direto pra o hotel da senhora?
MR –
Sim, veio.
JU – Além de Jaime, quem morou aqui mais tempo?
MR –
Dr. Amilton morou aqui, mas por pouco tempo. Também morou aqui o Dr. Carlos.
JU – E a sucessão aqui no hotel? Será Nilba?
MR –
Eu digo: Nilba, você já se aposentou, pode assumir isso aqui. Ela um dia disse: Deus me defenda. Já vim de um aperreio e vir pra outro.
JU – A senhora hoje só acompanha ou ainda cozinha?
MR –
Sim. Mas às vezes não me agüento e vou cozinhar.
JU – Em média quantas pessoas almoçam?
MR –
Às vezes são 50, 60, 70 e até 80 pessoas. Os dias que têm pouca gente é no sábado e domingo.
JU – Quantas empresas que prestam serviço a Petrobras vêm aqui diariamente.?
MR –
São cinco empresas.
JU – O que as pessoas dizem da comida?
MR –
Um engenheiro da estrada de Pernambuco disse que adora minha comida. Anda por todo mundo e nunca viu uma igual a daqui. Ele disse que “comida boa não é botar o céu com a lua e as estrelas. O que vale é saber temperar.”
JU – A senhora fez alguns cursos de culinária?
MR –
Fiz. Um curso que Luiz Cândido Bezerra (ex-prefeito) trouxe.
JU – Além das coisas boas, a senhora deve ter sido enganada por alguém.
MR –
Sim. O pessoal de uma banda se hospedou, jantou, tomou refrigerante. De manhã disse que não tinha dinheiro. Eram 35 pessoas. Deram o endereço, o telefone. Até hoje não pagaram ainda.
JU – Hoje em dia a senhora se sente mais confortável do que no passado?
MR-
Claro que é hoje.
JU – Deixe alguma frase para os leitores do JU:
MR –
Vim morar aqui em Upanema e achei tão bom que fiquei aqui morando. Gosto de todo mundo de Upanema como se fosse minha própria cidade. Às vezes volto à minha terra natal para as festividades de lá.

Fim da entrevista.

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Joelson Araújo – Pensamento, Lógica e Cordel das Coisas de Florânia

Oi, pessoal.

Meu nome é Joelson Silva de Araújo, tenho apenas 20 anos e hoje estudo em Caicó/RN, fui aluno da Escola Estadual Teônia Amaral, fui também aluno do PETI por seis anos e também participei do programa Agente Jovem por um ano. E também fui, ou quer dizer, ainda sou um integrante da AFAM – Associação Floraniense de Arte em Madeira, a qual o grande idealizador foi também um dos criadores deste blog, o grande Júnior Galdino, como também o mestre Domingos Toscano.

Curso filosofia na UERN, Campus Caicó/RN, estou no 7º período, pretendendo assim concluir no fim desse ano a graduação. O ano passado, desenvolvendo o projeto PIBIC junto com o professor Marcos de Camargo Von Zuben e com a colega Izanete Medeiros Costa, ganhei o prêmio de melhor projeto da área de ciências humanas, o projeto tinha o título de: DESCRIÇÃO E ANÁLISE CRÍTICA DOS COMPONENTES PRESENTES NOS PRINCIPAIS LIVROS DIDÁTICOS DE FILOSOFIA PARA O ENSINO MÉDIO EXISTENTES NO MERCADO EDITORIAL BRASILEIRO.

Em Caicó/RN qualquer um me encontra facilmente na CEC, ou seja, Casa do Estudante de Caicó/RN, uma entidade filantrópica que desde 1960 ajuda a estudantes, não só do Seridó, mas também de todo o sertão potiguar-paraibano.  Sou totalmente louco por poesia, literatura de cordel, cantorias e violeiros e tudo que é do nordeste; inclusive o ano passado a Casa do Estudante completou cinqüenta anos de história e eu fiz um cordel comemorativo contando toda essa caminhada desde a década de 60. E falando ainda em poesia, também já desenvolvi, junto com meus colegas de faculdade, oficinas sobre o cordel e a sua utilização como material didático nas salas de aula do ensino médio, o cordel sendo uma forma tipicamente nordestina de contar histórias, estórias, narrar grandes acontecimentos que marcaram o país; e assim, vimos que o cordel pode ter uma significação maior que isso, então já produzimos cordéis sobre a vida e a obra de Aristóteles, sobre o filósofo alemão Kant, sobre Nietzsche e muitos outros. Gosto muito de Florânia, tanto é que quase todo final de semana eu vou pra casa, volto pro meu aconchego…

Em 2009, em alusão ao aniversário do município de Florânia, no mês de outubro, organizei junto com Josimar Tavares uma exposição de poesias, de minha autoria, sobre a cidade, a exposição foi intitulada de: “UM BUQUÊ DE POESIAS PARA A FLOR DA MINHA VIDA”, é como se eu chegasse para Florânia, que é uma linda mulher, e dissesse: esse buquê cheio de poesias é para você, é realmente uma declaração de apaixonado; nessa exposição eu me utilizei de poesias que comparavam Florânia a uma bonita flor, uma linda mulher, que atrai aqueles que chegam perto, que mesmo entranhada na caatinga, no nordeste, tem um charme espetacular e invejável; então essa exposição ficou durante o período de uma semana aberta para o público na Casa de Cultura Popular.

Sou totalmente filho de Florânia, nasci e ainda estou sendo criado no bairro Rainha do Prado, filho da grande e incomparável Maria Aparecida da Silva e do grande e rei, José Leão Silva de Araújo, irmão de Joelma e Jailson e é isso, estou aqui em Caicó/RN, com a saudade sempre me acompanhando, em todo canto que eu vou, ela insiste em falar-me: “volta para Florânia e repasse o que você está aprendendo” e essa é uma das minhas vontades, pois:

             

                                           Quem educa é educado

                                           Na grande escola da vida,

                                           Quem conversa faz a base

                                           Da obra bem construída

                                           E quem aproveita os momentos

                                           Não deixa a alma sentida.

Por Joelson Araújo

FRANKLIN MEDEIROS – ROCK e o FOLCLORE nas Coisas de Florânia

O blog entrou em contato com o amigo floranienese Franklin Medeiros, que por sua vez foi muito gentil em participar da nossa categoria CADÊ VOCÊ?

Ao final da postagem estamos disponibilizando dois link’s e um vídeo exibido na afiliada da REDE GLOBO em São Paulo, para os internautas de Florânia e outros conhecerem ainda melhor o talento de FRANKLIN (TOSCANO)MEDEIROS.

Olá!
Sou o Franklin Roosevelt de Medeiros, apesar de ter nascido em Currais novos, (puro acidente de percurso rsrs), também sou um filho de Florânia, por que não rsrs!
Quando eu estava pra nascer, em 1973, minha família morava em Florânia, mas o único médico na época que podia fazer o parto estava em alguma fazenda já atendendo outro caso, daí minha mãe foi obrigada a ir pra Currais Novos pra realizar o parto.
Sou filho de Terezinha Toscano de Medeiros e José Toscano de Medeiros, irmão de Eliane Toscano de Medeiros e Elouise Toscano de Medeiros.
Acreditem, o tabelião de Florânia na época, não deixou que meu pai colocasse o sobrenome Toscano no meu nome por achar que meu nome iria ficar muito grande!
Daí fiquei sem “Toscano” só com o Medeiros!
De Florânia, minha família foi morar em Jardim do Seridó (1974/79), depois Açú (1979/82), Olinda (1982/85), Recife (1985/88), Natal (1988 até hoje).
Acompanhei os passos de minha família até 1996 quando fui morar em São Paulo pela primeira vez, tentar a carreira de músico. Antes, em 92 iniciei meus passos na carreira de humorista, trabalhando inclusive com o grande humorista potiguar David Cunha (Espanta Jesus).
Em 1997 montei meu estúdio musical (Mundo da Rua) em Natal. O qual funcionou até 2002. Onde dividia as atividades de músico e proprietário de estúdio.
Em 2000 fui morar no Rio de Janeiro, contratado pela gravadora VIRGIN/EMI, tocando na banda O SURTO, participei do circuito das grandes bandas brasileiras, tocando nos principais festivais do Brasil, no festival Rock in Rio 3 (um dos maiores do mundo) e shows no Japão.
Em 2002, volto pra Natal, continuo minha carreira musical e nasce minha filha Clara Camilotto Toscano de Medeiros (notem que não economizei e coloquei “Toscano” no nome dela hehe).
Em 2005 vou morar no Rio de Janeiro, também pra desenvolver um trabalho musical com a Banda FOLCORE, dessa vez de forma independente.

De 2006 a 2008 desenvolvi um trabalho com a banda BELINA MAMÃO no Rio Grande do Norte, do qual nos gerou outro convite de voltar a morar no sudeste.
Em 2008 volto pra São Paulo, para trabalhar com a música, mas dessa vez pude também desenvolver a minha carreira de humorista que estava parada desde 92, iniciei com apresentações em TVs e shows em eventos e teatros. Isso me levou a trabalhar também no teatro.
Hoje, moro em São Paulo com minha esposa Raquel Camilotto e minha filha Clara, desde 2008. Trabalhando como Ator e Músico. Alcançando vitórias das quais jamais poderiam vir, sem a educação que recebi de meus pais, gente simples, do bem, simpática, acolhedora e filhos de nossa terra Florânia, que continua a exportar valores, de uma terra linda e florida, do Rio Grande do Norte para o mundo!!

Texto por

Franklin Roosevelt de Medeiros
Ator / Músico
f: 11 6975 1545

Acompanhe a trajetória completa acessando os link’s abaixo:
http://www.oinovosom.com.br/caed
http://www.myspace.com/artistafranklin

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Altemir Fogo Avlis (Temir Fogo)

Nascido em Florânia, reside atualmente em Natal, fazendo arte desde criança.  Arte educador, Artista visual, pesquisador musical, percussionista e capoeirista de angola.

Como arte-educador desenvolve trabalhos na associação pau e lata desde 2001, entidade artística pedagógica, no qual atualmente exerce a função de vice-presidente. Articulador, oficineiro e coordenador em fóruns sociais e culturais, conferencias de meio ambiente, educação, saúde e outros, no estado do RN e em outros, como é o caso, do “Fórum de Discussões de Cultura de Mossoró/RN” e mais tarde modificado para: “FAM – Fórum de Artistas mossoroense”, no qual, foi coordenador adjunto. 

Nas artes visuais, desde adolescente viveu da mesma, com serigrafia, desenhos e pinturas de painéis para aniversários, decorações, letreiros, envelhecimentos de moveis, esculturas em pedra sabão, madeiras (talhas e xilografia), gesso, isopor, elastômero e espuma ortopédica, grafite, areografia e extensos, sendo articulador em Mossoró da APG, (ação potiguar de grafite) de 2003 a 2007.  

               Em 2003 muda-se para Mossoró e coordena os trabalhos da associação pau e lata na região oeste (Apodí, Jucurí, Janduís) até 2008. No mesmo período, foi arte-educador do grupo “Mulheres em Ação”, para desenvolver atividades (Expressões Gráficas) com crianças e adolescentes em comunidades rurais e urbanas de Mossoró.

             Na área musical no ano 2000 foi percussionista da “Banda Tribunal Zen” (Natal/RN), no mesmo ano fez parte do grupo “Folia de Rua” (Natal/RN) como percussionista e organizador: percussionista no Pau e Lata desde 2001.

             A partir de 2003 na cidade de Mossoró/RN fundou os projetos musicais: “Devotos da Farinha”, “Prelúdio”, “Labú Lambeu o Sol”, “Movimento Musical Jurema Jazz”, grupo “Raimundo Vá”, este ultimo existente ate os dias de hoje

              De 2003 a 2008 foi voluntario na “ACREVI – Associação Comunitária Reciclando para a Vida” (Mossoró/RN, como eco – designe: com participação em elaboração de projetos, oficineiro e produção de artesanatos, brinquedos e instrumentos musicais a partir de sucatas (papel, pet e metais).

            Na capoeira de 2003 a 2007 desenvolveu junto ao “Grupo Muzenza de Capoeira Org. Grande Alto” (Mossoró/RN), o projeto: “Capoeiragem Comunitária” como criador e arte-educador lúdico e pedagógico. Organizou e coordenou “O 1° Encontro de Capoeira e Arte do RN/CE “(Mossoró-RN e Limoeiro-CE), o “1° EREART de capoeira de Mossoró/RN”, o ”2°, 3°, 4° Batizado e Troca de Corda de capoeira do Grupo Muzenza”.

Em 2007, dá inicio ao escambo de capoeira, no “Movimento Escambo Popular Livre de Rua”, na cidade de Carnaúba dos Dantas, Umarizal-RN (2008) e Janduís-RN (2009).

             Em 2008 foi responsável pela cenografia de dois espetáculos apresentados no “FESTUERN – Festival de Teatro da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte” (Mossoró/RN) foram eles:

– “Ilha dos Aguapés” – Programa de Criança Petrobras

– “Cuidado com o Aquabrás” ou “Os Animais tem Razão” – Para o grupo de teatro da “ACREVI – Associação Comunitária Reciclando para a Vida”

Ambos com materiais reciclados.

Em 2009 integra o Bando La Trupe, atuando no espetáculo: “Alice e Severino” como Cenografista, Aderecista e Músico.

Quem quiser saber mais do Bando La Trupe é só acessar o link abaixo.

http://bandolatrupe.blogspot.com