CONSELHO TUTELAR NÃO É POLÍCIA

Imagem internet

Ouvindo algumas pessoas que me procuraram para conversar sobre Conselho Tutelar, hoje me reporto à época em que junto aos amigos José Ari, Sheila Medeiros, Marcelo Ribeiro, Junior e Meneses, enfrentamos os desafios de montar o primeiro CT de Florânia.

E desde aquela época até os dias atuais vejo esse equivoco na maioria da população,  de que o Conselho é um órgão que pune e que deve agir como se fosse polícia.

Refletindo sobre essa situação, fica evidente que tal entendimento muito se dá pelo vazio nas redes de atendimento ao público juvenil e é claro pela falta de estrutura nas famílias que de certa forma também são vítimas de políticas mal traçadas pelos órgãos competentes.

E como na maioria dos nossos municípios essa engrenagem não funciona de fato, o que acontece é que tudo acaba sobrando para o Conselheiro Tutelar, que sem muito preparo e às vezes por pura ignorância de causa acaba atuando como repressor para tentar resolver o que os pais não foram capazes de fazer, ou como “disciplinador de aluno” rebelde como se o Conselheiro Tutelar pudesse punir o aluno por um mau comportamento na escola.

Quando fui Conselheiro na ativa foram várias as vezes que fomos acionadas pela polícia para acompanhar diligências com adolescentes, quando na verdade esse é um caso de responsabilidade dela própria, cabendo ao Conselho atuar nos casos que envolvem crianças com até 12 anos incompletos.

Por essas e outras, temos uma imagem distorcida deste tão importante órgão de defesa dos direitos das crianças e adolescentes, somando-se a isso, ainda temos alguns companheiros que agem como se realmente fossem polícia, vestem colete preto, dão “carteiradas” em festas sem estarem trabalhando e outras coisas mais.

Por isso não podemos esquecer que o Conselho Tutelar é um órgão colegiado e deve sempre agir em comum acordo como manda o ECA. Portanto o que vale é a decisão do Conselho enquanto órgão, não a decisão do Conselheiro que é apenas um representante escolhido pela sociedade para zelar pelos direitos deste público.

PS. Dedico essa matéria as amigas Conselheiras: Vitória, Amor, Fábia, Rejânia e Loba, que traçaram um belo plano de trabalho para esse ano, espero que realmente consigam desenvolver com sucesso esse trabalho.

Por Domingos Toscano de Medeiros

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HOMENAGEM A MILLÔR FERNANDES

Morre o escritor Millôr Fernandes aos 88 anos no Rio. Na foto, Miloor Fernandes em 16/02/2000 (Foto: Ana Branco / Agência O Globo)

MORRE AOS 88 ANOS MILLÔR FERNANDES, ABAIXO SEGUE ALGUMAS FRASES  QUE MARCARAM SUA PASSAGEM POR AQUI E QUE SERVE PARA MUITA GENTE QUE CONTINUA NA TERRINHA…

Não é segredo. Somos feitos de pó, vaidade e muito medo.

Errar é humano. Ser apanhado em flagrante é burrice.

O homem é o único animal que ri e é rindo que ele mostra o animal que realmente é.

Você está começando a ficar velho quando, depois de passar uma noite fora, tem que passar dois dias dentro.

Se todos os homens recebessem exatamente o que merecem, ia sobrar muito dinheiro no mundo.

As pessoas que falam muito acabam sempre contando coisas que ainda não aconteceram.

Há duas coisas que ninguém perdoa: nossas vitórias e nossos fracassos.

Se você agir sempre com dignidade, pode não melhorar o mundo, mas uma coisa é certa: haverá na Terra um canalha a menos.

Por Domingos Toscano

1º TEATRO DE RUA DE FLORÂNIA – EM VÍDEO EXCLUSIVO!

Esses dois vídeos abaixo são para matar a saudade do 1º Teatro de Rua de Florânia(1996).

O primeiro Teatro de Rua Amador de Florânia, foi apresentado na quadra de esporte Agenor Maria(Florânia/RN). A peça O Julgamento, foi criada por Domingos Toscano e Junior Galdino, usando como inspiração a peça O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna.

Participantes: Judileide Silva (O Palhaço), Domingos Toscano(Jesus), Carliane Toscano(Maria Chica), Francisco Toscano(Zé do Lixo), Junior Galdino(O Diabo), Célia Maria(A Prefeita), Pablo Fabiano(O Padre), Rodrigo Santos(O Filho do Diabo), Doriana Silva(A Morte), Emerson Campos, Alex Silva, Daguia Rodrgues e Fabiano Toscano.

A segunda apresentação do teatro de rua, foi na feira livre de Florânia.

O vídeo está dividido em duas partes. Confira!

Desculpe a má qualidade do áudio, mas nessa época era o que tínhamos de melhor, uma filmadora amadora em VHS.

Por Junior Galdino

FIM DE SEMANA CHEGANDO…

Na série fim de semana chegando, estamos postando uma matéria retrô com o saudoso Professor José Damasceno e o Pedagogo e grande amigo Pedro Lupercilio, essa é do fundo do baú, saudades do meu professor de Língua Portuguesa e de Teatro e eterno mestre José Damasceno.

Por Domingos Toscano